Como a Secret Food Tours se expandiu para 120 cidades com uma única pilha de reservas
A Secret Food Tours oferece experiências gastronômicas em 120 cidades. Há mais de 10 anos, eles utilizam o TicketingHub para reservas em várias moedas, lançamentos em novas cidades e operações diárias—veja como ele se adapta a um operador global.
120
Cities
10+ yrs
On TicketingHub
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System for pricing, currencies & regions

Secret Food Tours é a maior empresa de passeios gastronômicos do mundo, com experiências em 60 cidades. Fundada por Oliver Mernick-Levene, a empresa é conhecida por passeios gastronômicos imersivos, no estilo de bairro, feitos para viajantes que desejam sabor local sem a sensação de um "menu turístico" genérico.
O problema: uma marca, dezenas de mercados
Antes do TicketingHub, operar globalmente significava encontrar tecnologia de reservas que pudesse funcionar em diferentes regiões, moedas e modelos comerciais—não um conjunto de ferramentas por cidade.
Operações globais: “Somos globais—estamos em 120 cidades. Precisávamos de uma tecnologia de reservas que nos permitisse operar em todas essas diferentes cidades com diferentes moedas”, diz Oliver.
Preços e cronogramas tinham que se adaptar por mercado: preços diferentes, cronogramas diferentes e um fluxo de trabalho que permanecesse consistente para equipes que lançam e operam tours internacionalmente.
Na prática, cada lançamento levanta as mesmas questões operacionais: como os hóspedes pagam na moeda local, como uma nova equipe da cidade começa a vender sem semanas de treinamento e como a sede mantém uma visão única das vendas em todos os mercados? Um sistema que resolvesse isso para uma cidade, mas não para a próxima, multiplicaria a administração a cada lançamento.
O suporte era importante: “Outros nos deixariam esperando por muito tempo”, diz Oliver—o suporte lento do fornecedor quebra o impulso quando você está abrindo rotas e treinando parceiros.
“Não havia muitas empresas de tecnologia de reservas que pudéssemos ver que fariam isso”, ele acrescenta—até que a Secret Food Tours padronizou com a TicketingHub.
O que mudou com a TicketingHub
A TicketingHub tornou-se a camada tudo-em-um para lançar produtos, abrir novas cidades mais rapidamente e manter as operações de vendas coerentes em todo o mundo.
Facilidade de uso: “O que mais amamos no TicketingHub é sua facilidade de uso,” observa Oliver—configuração rápida para novos produtos e novas cidades.
Preço: “É o preço mais competitivo disponível.”
Atendimento ao cliente: “O atendimento ao cliente é fantástico. Toda vez que precisamos de ajuda, eles respondem imediatamente.”
Escala em várias regiões: a flexibilidade da plataforma ajudou as equipes a integrar preços, idiomas e regras comerciais sem reinventar a estrutura toda vez que uma cidade entra em operação.
Resultado comercial: “Usar o TicketingHub nos permitiu gerar mais vendas, o que, por sua vez, nos permitiu ganhar muito mais dinheiro rapidamente”, explica Oliver.
Lançar uma nova cidade deixou de ser um projeto de tecnologia. Novos passeios são configurados como produtos no mesmo painel — horários, preços e moedas definidos por mercado — então o manual refinado em uma cidade é transferido diretamente para a próxima. E quando surge uma dúvida de configuração na semana de lançamento, ela vai para uma equipe de suporte que responde rápido o suficiente para manter o lançamento no cronograma.
Como a Secret Food Tours opera hoje
Hoje, a empresa vende por meio de duas rotas principais ao mesmo tempo. Viajantes que encontram um passeio nos sites da cidade da marca reservam através do widget de reserva incorporado do TicketingHub, pagando na moeda local. Além disso, listagens de mercado em OTAs como GetYourGuide e Viator conectam-se à mesma disponibilidade — então uma reserva de qualquer canal chega em um só lugar, e os mesmos assentos nunca são vendidos duas vezes.
Nos bastidores, uma equipe central de reservas gerencia o dia a dia — alterações, consultas de grupo, pedidos de tours privados — a partir de um único painel que cobre todas as cidades, em vez de fazer login em uma ferramenta diferente por mercado. A empresa também extrai seus dados de reserva através da API do TicketingHub para seus próprios relatórios internos, para que finanças e operações trabalhem com números que se atualizam sem exportações manuais.
Nada disso é uma nova infraestrutura. O relacionamento remonta a 2014, e o manual inicial — widgets de reserva em sites de cidades, promoções de vouchers de presente na temporada de férias, conexões de mercado — é reconhecidamente o mesmo que está em execução hoje, ampliado por continentes.
Como é a configuração deles
- Widget de reserva incorporado nos próprios sites das cidades da marca, vendendo na moeda local de cada mercado
- Conexões OTA — incluindo GetYourGuide e Viator — utilizando a mesma disponibilidade ao vivo do site
- Um painel para uma equipe central de reservas cobrindo todas as cidades
- Acesso à API alimentando dados de reservas nos próprios relatórios internos da Secret Food Tours
- Vales-presente e códigos promocionais para campanhas sazonais
“Desde que somos clientes, muitas coisas mudaram. Estamos com o sistema há mais de 10 anos, e sempre que precisamos usá-lo para expandir, vender mais ingressos ou nos tornarmos mais eficientes, tem sido a solução perfeita para nós. Já analisamos outros sistemas, mas este é de longe o mais econômico, e eu o recomendaria a qualquer pessoa, seja ela pequena, em várias cidades ou global como nós. Achamos que é definitivamente o melhor res-tech disponível!”
— Oliver Mernick-Levene, Secret Food Tours
A lição para operadores em várias cidades
Para operadores que estão de olho em uma segunda — ou quinquagésima — cidade, a lição é menos sobre qualquer recurso único e mais sobre o que se evita: reescolher um sistema de reservas por mercado, retreinar a equipe por ferramenta e reconciliar vendas em sistemas que não se comunicam entre si.
Para a Secret Food Tours, a linha condutora é operacional: uma pilha de reservas que suporta múltiplas moedas, implantação em várias cidades e suporte rápido—assim, o crescimento é visto como lançamento de cidades, não como luta contra o software.

